quinta-feira, 24 de junho de 2010

Poeta, meu poeta camarada

''E se alguém não vem comigo eu não quero ir, porque não sou sozinho
E se eu fosse sozinho não estava nesse momento clamando de ti

Tu és a Palavra – a palavra inexistente – a poesia
Que eu busco sem tréguas, que busco de noite e que busco de dia.''


Vinícius de Moraes


O poetinha deixou saudades e muitas histórias, umas das mais engraçadas que eu ouvi assim que cheguei em Brasília, foi sobre o ''real motivo'' de sua saída do MRE. Durante a ditadura a perseguição não se restringia somente a política, não só comunistas eram exonerados, mas o regime militar também perseguiu homossexuais e alcoólatras. Ao ser demitido, Vinícius reage com bom humor e diz ''eu sou bêbado''. Trinta anos após sua morte, lula promove o poeta.

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