domingo, 19 de fevereiro de 2012

A benção Roberto Silva. Samba é nobreza.

Tietagem pouca é bobagem. Mais um carnaval, na capital federal, riminha sem eufemismos, com um pouco de absinto talvez. Líquido que se fez presente, com cubos de açúcar liquefeitos no fogo brando, que não chega a queimar nada além do torrão. Revendo papéis, quantos rascunhos que continham rabiscos de letras de samba e/ou poesias que, de repente, no meio de uma aula e outra, ou de um fichamento e outro, eu os colocava ali. Nada disso se refere a técnicas de motivação, ou de qualquer outra coisa, talvez uma dispersão em meio a algum tédio repetitivo que para dali em diante se transformava numa euforia que enchia meu mundo particular de vida.

Mundo particular. Alice. Não, não. Esse mundo tem essência brasileira, cores tropicais, que observa esses rincões Brasil afora. O sertanejo, que agora é vizinho, e que com suas festas populares cria uma identidade que confere personalidade a toda uma geração, geração pós-cocacola, também chamada de geração Z. Esse mundo, pseudônimo de quem tenta se distanciar para talvez observar com alguma imparcialidade, essa semana  deu-se conta de que tem em suas raízes a cordialidade entranhada nos seus sentimentos. Parcialidade total. Reticências. Tudo isso, apenas para dizer que gostaria de celebrar o carnaval com um clássico da música popular brasileira, porque afinal estamos em festa, e essas ponderações podem ficar para depois, já que isso são outros carnavais. Eis Juracy, na voz de Roberto Silva e Caetano:

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