
"Fechei os olhos para não te ver
e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram sussurros
e palavras mudas que te dediquei...
O amor é quando a gente mora um no outro". Mário Quintana
*Mesmo sem saber que mora... Um mapa em prosa, geografia sem a estática da escrita, um tilintar de melodias que mudam de direção porque não há direção. Nada é tão perto quanto se imagina e nem tão longe quanto se supõe.
Estar insuportavelmente atenta neste momento é mais que admirar um vocabulário fresco e criativo, mas sentir esta, aquela conexão.
Sincronicidades sem fim, descobertas por 'coincidências significativas. E, Nossa Senhora, como são espontâneas! Talvez daí venha essa subjetividade toda de morar um no outro. Neste momento posso dizer que a casa está doce e com a ternura de uma criança.
*Por Helanny Torres - 10 de dezembro de 2009.
"O brilho cego de paixão e fé, faca amolada".
Fé cega, faca amolada. Composição: Milton Nascimento
http://www.youtube.com/watch?v=da18kGGkYjw&feature=player_embedded

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